
quinta-feira, 11 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Vela - Soussa Martins
Dr. Sousa Martins não é apenas um nome de médico. Muitos o consideram um santo e dizem que opera milagres. Amigo dos pobres, desamparados e doentes, o Dr. Sousa Martins deu origem a um extraordinário culto em Portugal. Em Lisboa ou na Guarda, as suas estátuas são visitadas diariamente por devotos que ali depositam flores, objectos em cera e velas. A ele são pedidas graças, a ele são pedidas inúmeras intervenções divinas.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Alhandra - Museu Sousa Martins

O museu de Alhandra, Casa. Dr. Sousa Martins é o mais significativo repositório histórico de Alhandra. Situado no cais da vila, na casa onde nasceu o médico Sousa Martins, o museu convida a uma viagem pela história.
A história do museu remonta a 1962 ano em que quatro amigos alhandrenses distribuíram panfletos a pedir a doação de documentos, fotografias e objectos para o espólio do museu da terra. Os artigos eram guardados numa sala do mercado da vila que rapidamente se tornou pequena, tal foi o volume de doações. Em 1964 foi constituída uma Comissão Instaladora que em 1964 apresentou a primeira exposição do museu mas, só em 1974 é que a Junta de Freguesia de Alhandra e a Comissão Instaladora relançaram o museu com o intuito de preservar o património de Alhandra. Em 1978 a actual comissão propôs-se adquirir a casa onde nasceu o notável médico do século XIX, Dr. Sousa Martins para a instalação definitiva do museu. Foi feita uma Subscrição Pública Nacional com o objectivo de reunir verbas para a aquisição, o que aconteceu em 1984. Procedeu-se à recuperação e adaptação do edifício, assim como à ampliação do espaço original, abrindo mais duas salas de exposição, para além das quatro existentes.
Actualmente, a direcção do museu é feita pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, em coordenação com a Junta de Freguesia de Alhandra. “ Em 2002 a junta de freguesia quis saber ao certo que espólio existia e mandou fazer um inventário que acabou por ser interrompido até há cerca de um ano. Todo o espólio está a ser digitalizado de maneira a que possa ser consultado sem ser tocado, para além de permitir um acesso mais rápido”, afirma Ana Paula Mota, responsável pela Coordenação e Inventariado do Museu de Alhandra”. “Temos um terço do trabalho realizado, no total são 10 000 documentos para inventariar, desde folhetos, fotografias, móveis, etc. O espólio é muito variado com artigos datados entre o século XVII até aos dias de hoje”, adianta.
Projecto Museológico
O projecto do museu de Alhandra tem como base uma organização expositiva temática com a preocupação de transmitir elementos da história local relevantes para a preservação da identidade local. Compete ao museu a preservação das colecções e o desenvolvimento da cultura, pesquisa e ensino, assim como a divulgação da vida e obra de José Thomás Sousa Martins e a preservação da memória do médico cientista.
Espaço de exposição
O museu está divido por salas temáticas da história de Alhandra: no piso de baixo, encontra-se a sala Ferreiro Gordo (cónego de Alhandra), dedicada à actividade industrial da terra. “Toda a zona ribeirinha era composta por telhais, já que esta zona é calcária, de onde as fabricas tiravam a lama usada para fazer telhas e tijolos. Foi a actividade principal de Alhandra numa altura em que o rio era uma estrada”, diz Ana Paula Mota. “Conseguimos também guardar a 1ª maquete da fábrica cimenteira Simpor que já foi a maior do mundo e ainda hoje é uma das empresas mais importantes do meio”.
Na ala direita do museu, o antigo quintal foi transformado na sala Augusto Berto, (pintor português) que funciona como galeria de exposições temporárias. “É a sala que está mais dependente da programação do pelouro da cultura da CMVFX”, diz a coordenadora.
No piso superior, a sala Afonso de Albuquerque, (Vice rei da Índia) funciona como galeria de exposições permanentes de pintores alhandrenses. Para além da pintura, nesta sala pode ser vista a exposição “Alhandra a Toureira” dedicada à tradição taurina da região, uma vez que as primeiras praças de touros do país são de Alhandra”, afirma Ana Paula Mota.
Na sala contígua existe a Biblioteca Salvador Marques (dramaturgo alhandrense) composta por obras diversas. “Desde livros da Igreja Católica desde o século XVI aos manuscritos de Sousa Martins, podem ser consultados aqui os vários estudos que Francisco Câncio fez sobre o Ribatejo até peças de teatro manuscritas, como é o caso da “Sonho ao Luar”, de Salvador Marques”, afirma a coordenadora do museu.
Ainda no primeiro andar encontra-se a divisão mais visitada, a sala Sousa Martins onde estão expostos os seus objectos pessoais, a maioria dos manuscritos e os estudos que desenvolveu sobre a febre amarela e a tuberculose.
Alhandra tem tradição de desportos náuticos e é no sótão que se encontram os mais variados objectos nesta área. “A sala Baptista Pereira é uma homenagem ao nadador alhandrense”. Segundo Ana Paula Mota, “Batista Pereira trabalhava nos telhais e todos os dias atravessava o rio a nado para ir trabalhar. Foi o primeiro recordista da travessia do Canal da Mancha a nado”.
O culto da imagem do médico Sousa Martins atrai muitas pessoas que visitam o museu numa atitude de peregrinação mas a direcção tem tentado combater essa tendência, diz a coordenadora. “Sousa Martins não cobrava as visitas que fazer e na altura, os medicamentos eram preparados pelos próprios médicos. Gerou-se um culto à volta dele, há quem o considere santo. Muitas pessoas vêm aqui mais para agradecer ao santo do que para visitar o museu. Respeitamos as crenças pessoais de cada um mas tivemos que acabar com as flores e velas que o publico depositava à porta e, com subtileza, terminámos com as preces de agradecimento em que as pessoas davam as mãos e rezavam. Essas práticas têm lugar no cemitério da vila, onde Sousa Martins está sepultado, não aqui”.
Fonte: A Tribuna de Loures
A história do museu remonta a 1962 ano em que quatro amigos alhandrenses distribuíram panfletos a pedir a doação de documentos, fotografias e objectos para o espólio do museu da terra. Os artigos eram guardados numa sala do mercado da vila que rapidamente se tornou pequena, tal foi o volume de doações. Em 1964 foi constituída uma Comissão Instaladora que em 1964 apresentou a primeira exposição do museu mas, só em 1974 é que a Junta de Freguesia de Alhandra e a Comissão Instaladora relançaram o museu com o intuito de preservar o património de Alhandra. Em 1978 a actual comissão propôs-se adquirir a casa onde nasceu o notável médico do século XIX, Dr. Sousa Martins para a instalação definitiva do museu. Foi feita uma Subscrição Pública Nacional com o objectivo de reunir verbas para a aquisição, o que aconteceu em 1984. Procedeu-se à recuperação e adaptação do edifício, assim como à ampliação do espaço original, abrindo mais duas salas de exposição, para além das quatro existentes.
Actualmente, a direcção do museu é feita pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, em coordenação com a Junta de Freguesia de Alhandra. “ Em 2002 a junta de freguesia quis saber ao certo que espólio existia e mandou fazer um inventário que acabou por ser interrompido até há cerca de um ano. Todo o espólio está a ser digitalizado de maneira a que possa ser consultado sem ser tocado, para além de permitir um acesso mais rápido”, afirma Ana Paula Mota, responsável pela Coordenação e Inventariado do Museu de Alhandra”. “Temos um terço do trabalho realizado, no total são 10 000 documentos para inventariar, desde folhetos, fotografias, móveis, etc. O espólio é muito variado com artigos datados entre o século XVII até aos dias de hoje”, adianta.
Projecto Museológico
O projecto do museu de Alhandra tem como base uma organização expositiva temática com a preocupação de transmitir elementos da história local relevantes para a preservação da identidade local. Compete ao museu a preservação das colecções e o desenvolvimento da cultura, pesquisa e ensino, assim como a divulgação da vida e obra de José Thomás Sousa Martins e a preservação da memória do médico cientista.
Espaço de exposição
O museu está divido por salas temáticas da história de Alhandra: no piso de baixo, encontra-se a sala Ferreiro Gordo (cónego de Alhandra), dedicada à actividade industrial da terra. “Toda a zona ribeirinha era composta por telhais, já que esta zona é calcária, de onde as fabricas tiravam a lama usada para fazer telhas e tijolos. Foi a actividade principal de Alhandra numa altura em que o rio era uma estrada”, diz Ana Paula Mota. “Conseguimos também guardar a 1ª maquete da fábrica cimenteira Simpor que já foi a maior do mundo e ainda hoje é uma das empresas mais importantes do meio”.
Na ala direita do museu, o antigo quintal foi transformado na sala Augusto Berto, (pintor português) que funciona como galeria de exposições temporárias. “É a sala que está mais dependente da programação do pelouro da cultura da CMVFX”, diz a coordenadora.
No piso superior, a sala Afonso de Albuquerque, (Vice rei da Índia) funciona como galeria de exposições permanentes de pintores alhandrenses. Para além da pintura, nesta sala pode ser vista a exposição “Alhandra a Toureira” dedicada à tradição taurina da região, uma vez que as primeiras praças de touros do país são de Alhandra”, afirma Ana Paula Mota.
Na sala contígua existe a Biblioteca Salvador Marques (dramaturgo alhandrense) composta por obras diversas. “Desde livros da Igreja Católica desde o século XVI aos manuscritos de Sousa Martins, podem ser consultados aqui os vários estudos que Francisco Câncio fez sobre o Ribatejo até peças de teatro manuscritas, como é o caso da “Sonho ao Luar”, de Salvador Marques”, afirma a coordenadora do museu.
Ainda no primeiro andar encontra-se a divisão mais visitada, a sala Sousa Martins onde estão expostos os seus objectos pessoais, a maioria dos manuscritos e os estudos que desenvolveu sobre a febre amarela e a tuberculose.
Alhandra tem tradição de desportos náuticos e é no sótão que se encontram os mais variados objectos nesta área. “A sala Baptista Pereira é uma homenagem ao nadador alhandrense”. Segundo Ana Paula Mota, “Batista Pereira trabalhava nos telhais e todos os dias atravessava o rio a nado para ir trabalhar. Foi o primeiro recordista da travessia do Canal da Mancha a nado”.
O culto da imagem do médico Sousa Martins atrai muitas pessoas que visitam o museu numa atitude de peregrinação mas a direcção tem tentado combater essa tendência, diz a coordenadora. “Sousa Martins não cobrava as visitas que fazer e na altura, os medicamentos eram preparados pelos próprios médicos. Gerou-se um culto à volta dele, há quem o considere santo. Muitas pessoas vêm aqui mais para agradecer ao santo do que para visitar o museu. Respeitamos as crenças pessoais de cada um mas tivemos que acabar com as flores e velas que o publico depositava à porta e, com subtileza, terminámos com as preces de agradecimento em que as pessoas davam as mãos e rezavam. Essas práticas têm lugar no cemitério da vila, onde Sousa Martins está sepultado, não aqui”.
Fonte: A Tribuna de Loures
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Memória do enterro do Dr. Sousa Martins
Sousa Martins de seu nome de baptismo José Tomás de Sousa Martins, nasceu em Alhandra a 7 de Março de 1843, vindo a falecer em Agosto de 1897.A luta contra a tuberculose expunha-o à doença, nos contactos diários e directos com os doentes terminais. Detinha-se junto deles, a amenizar-lhes o medo. Muitos morreram de mãos entre as suas, alguns viram-lhe auras estranhas sobre os cabelos.
O Dr. Sousa Martins foi atacado pela tuberculose. Alguns dizem que querendo evitar o seu próprio sofrimento, suicidou-se em 1897. Outros dizem que faleceu de morte natural, tendo como prova disso a sua certidão de óbito. Os seus restos mortais repousam no cemitério de Alhandra.
Ao tomar conhecimento da morte do Dr. Sousa Martins o rei D. Carlos disse: “Ao deixar o mundo, chorou-o toda a terra que o conheceu. Foi uma perda irreparável, uma perda nacional, apagando-se com ele a maior luz do meu reino”.
O Dr. Sousa Martins foi atacado pela tuberculose. Alguns dizem que querendo evitar o seu próprio sofrimento, suicidou-se em 1897. Outros dizem que faleceu de morte natural, tendo como prova disso a sua certidão de óbito. Os seus restos mortais repousam no cemitério de Alhandra.
Ao tomar conhecimento da morte do Dr. Sousa Martins o rei D. Carlos disse: “Ao deixar o mundo, chorou-o toda a terra que o conheceu. Foi uma perda irreparável, uma perda nacional, apagando-se com ele a maior luz do meu reino”.
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Oração contra contágios

Oração contra contágios
Dr. Sousa Martins, intercedei por nós, junto do Glorioso e invicto, mártir S. Sebastião, insigne protector dos aflitos, desconsolados e trabalhadores que põem a confiança em Deus e esperam de sua benigníssima mão, o remédio das suas aflições e necessidades, nós Vos suplicamos com todo o fervor, como advogado que também sois, que nos preserveis de todo contágio, e que tudo isso livrei as nossas casas com a Vossa santa intervenção.
Fazei por nós o que tão contidamente Vos suplicamos, glorioso e invicto mártir S. Sebastião.
Amem.
S. Sebastião, orai por nós.
Dr. Sousa Martins, rogai por nós.
Rezar um Pai Nosso.
Dr. Sousa Martins, intercedei por nós, junto do Glorioso e invicto, mártir S. Sebastião, insigne protector dos aflitos, desconsolados e trabalhadores que põem a confiança em Deus e esperam de sua benigníssima mão, o remédio das suas aflições e necessidades, nós Vos suplicamos com todo o fervor, como advogado que também sois, que nos preserveis de todo contágio, e que tudo isso livrei as nossas casas com a Vossa santa intervenção.
Fazei por nós o que tão contidamente Vos suplicamos, glorioso e invicto mártir S. Sebastião.
Amem.
S. Sebastião, orai por nós.
Dr. Sousa Martins, rogai por nós.
Rezar um Pai Nosso.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
"Apagou-se a mais brilhante luz do meu reinado."
Reputado médico e cientista, Sousa Martins chegou a todas as camadas da sociedade. Tinha uma doçura quase febril com os seus doentes. Amigo e mestre ímpar dos seus alunos, criou escola de saber e conhecimento. Estudioso e combatente contra a tuberculose, acabou por se suicidar para não sucumbir à doença. Depois de morto, tornou-se figura venerada pelo meio académico mas, sobretudo, pela população. "Ao deixar o mundo, chorou-o toda a terra que o conheceu. Foi uma perda irreparável, uma perda nacional, apagando-se com ele a maior luz do meu reino", disse, sobre ele, o rei D. Carlos.Sousa Martins não é só nome de médico. Há quem diga que é santo e opera milagres. Amigo dos pobres, desamparados e doentes, a vida do médico deu origem a um extraordinário culto no País. Em Lisboa ou na Guarda, as suas estátuas são visitadas diariamente por devotos que ali depositam flores, objectos em cera e velas. Para eles, Sousa Martins já não é o médico. É o irmão que concede graças, o santo que ameniza a dor e o amigo que socorre os que depositam esperança na sua intervenção divina.
Nasceu em Alhandra em 1843 e, ainda bastante jovem, veio para Lisboa. Empregou-se como marçano na Farmácia Ultramarina, propriedade de um tio, que ainda hoje existe, na Rua de S. Paulo, em Lisboa. Para ajudar os mais carenciados, tornou-se exímio manipulador de produtos naturais. De praticante de farmácia chegou a farmacêutico. A sua inteligência e vontade de ajudar o semelhante levaram-no a tirar o curso de Medicina. Em poucos anos tornou-se um dos vultos marcantes do século XIX.
Cientista prestigiado, desfrutou de projecção internacional pelo estudo da tuberculose e das doenças nervosas. Afirmou-se "progressista e ‘maçon’". Solteiro, dedicou-se à medicina, física, química, botânica, zoologia, cirurgia, literatura, poesia, filosofia, história e oratória. Defendeu a construção de sanatórios, afirmando que a zona da serra da Estrela era propícia ao tratamento da tuberculose. Por isso, o primeiro sanatório construído nas Penhas da Saúde, por iniciativa de Alfredo César Henriques - o primeiro doente que, a conselho de Sousa Martins, se curara na serra, inaugurado em 1907 pelos reis, D. Carlos e D. Amélia - se chamou Sanatório Sousa Martins.
A luta contra a tuberculose expunha-o à doença, nos contactos diários e directos com os doentes terminais. Detinha-se junto deles, a amenizar-lhes o medo. Muitos morreram de mãos entre as suas, alguns viram-lhe auras estranhas sobre os cabelos. Uma dedicação que não exigia nada de volta. Sousa Martins procurava na ternura dos outros o seu sustento diário. Com a sua entrega absoluta aos doentes, amenizava o precário mundo dos hospitais. Aos seus alunos dizia: "Quando entrardes de noite num hospital e ouvirdes algum doente gemer, aproximai-vos do seu leito, vede o que precisa o pobre enfermo e, se não tiverdes mais nada para lhe dar, dai-lhe um sorriso."
Atacado pela tuberculose, e querendo evitar o seu próprio sofrimento, suicidou-se em 1897. Ao tomar conhecimento da sua morte, o rei D. Carlos exclamou, emocionado: "Apagou-se a mais brilhante luz do meu reinado."
Os seus alunos veneravam-no, e mesmo depois da sua morte, as suas lições, coligidas, eram referência obrigatória. Foi um professor entusiasta, sem artifícios. Dele, referiu o prémio nobel Egas Moniz: "Notável professor que deixou, atrás de si, um nome aureolado de prelector admirável, de clínico, de orador consagrado, sempre alerta nas justas da Sociedade das Ciências Médicas." Pelas suas qualidades, humanas e profissionais, Sousa Martins distinguiu-se no Portugal do século XIX: "Eminente homem que radiou amor, encanto, esperança, alegria e generosidade. Foi amigo, carinhoso e dedicado dos pobres e dos poetas. A sua mão guiou. O seu coração perdoou". A sua boca ensinou. Honrou a medicina portuguesa e todos os que nele procuraram cura para os seus males", definiu-o o escritor Guerra Junqueiro.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Oração ao Dr. Sousa Martins

Oração ao Dr. Sousa Martins
Eu (o nome do que reza),
Com a ajuda do Dr. Sousa Martins,
Filho de Deus, feito à sua semelhança
E com o seu sangue redimido,
Ponho preceito aos teus padecimentos... (o nome do doente),
Assim como Jesus Cristo
Aos enfermos da Terra Santa
E aos paralíticos de Sidónia.
Pois assim eu vos peço,
Senhor meu Jesus Cristo,
Que vos compadeçais deste vosso servo
E não o deixeis, Senhor,
Sofrer mais atribulações na vida.
Lançai sobre ele a vossa santíssima bênção,
E eu direi, com autoridade do nosso Senhor,
Que desapareçam todos os padecimentos.
Misericordioso Dr. Sousa Martins,
Vós que gozais do prémio eterno das Vossas virtudes,
intercedei por... (o nome do doente),
Obtendo a misericórdia divina
E a cura de todos os males.
Dr. Sousa Martins, orai por nós.
Dr. Sousa Martins, rogai por nós.
Dr. Sousa Martins, orai por nós.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amén.
Rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria
Eu (o nome do que reza),
Com a ajuda do Dr. Sousa Martins,
Filho de Deus, feito à sua semelhança
E com o seu sangue redimido,
Ponho preceito aos teus padecimentos... (o nome do doente),
Assim como Jesus Cristo
Aos enfermos da Terra Santa
E aos paralíticos de Sidónia.
Pois assim eu vos peço,
Senhor meu Jesus Cristo,
Que vos compadeçais deste vosso servo
E não o deixeis, Senhor,
Sofrer mais atribulações na vida.
Lançai sobre ele a vossa santíssima bênção,
E eu direi, com autoridade do nosso Senhor,
Que desapareçam todos os padecimentos.
Misericordioso Dr. Sousa Martins,
Vós que gozais do prémio eterno das Vossas virtudes,
intercedei por... (o nome do doente),
Obtendo a misericórdia divina
E a cura de todos os males.
Dr. Sousa Martins, orai por nós.
Dr. Sousa Martins, rogai por nós.
Dr. Sousa Martins, orai por nós.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amén.
Rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria
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